sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Câmara Municipal de Rio Maior tem de respeitar os cidadãos e a liberdade de expressão!

O Movimento Projecto de Cidadania endereçou à presidente da Câmara Municipal de Rio Maior a seguinte carta de protesto:

No passado dia 20 de Novembro, perante uma cidadã riomaiorense que simplesmente fez um comentário a criticar a ausência da presidente da Câmara nas I Jornadas da Associação de Judo do Distrito de Santarém, que se realizaram recentemente em Rio Maior, um assessor da presidência da Câmara Municipal de Rio Maior, e dirigente local do PSD, de seu nome Vasco Tavares, permitiu-se, na página de facebook da Câmara Municipal, dirigir-se a essa cidadã nos seguintes termos:

«A D. Alda é uma modernaça! Faz comentários no facebook do telemóvel, corre os posts todos atrás de fotografias da sra. Presidente, etc... D. Alda, e se em vez de perder o seu tempo e o dos outros não vai fazer crochet, se quiser eu indico-lhe um bom workshop».

O Movimento Projecto de Cidadania considera lamentável e inadmissível que um representante da presidência da Câmara Municipal de Rio Maior se dirija a uma cidadã com uma tamanha falta de dignidade e de respeito. Ainda por cima num meio de comunicação da autarquia e em horário de expediente.

O Gabinete de Apoio à Presidência da Câmara é sustentado com dinheiro dos impostos pagos pelos cidadãos. E existe para servir os cidadãos.

Perante isto, o Movimento Projecto de Cidadania exige à Sra. Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior que:

1) o seu assessor em causa seja responsabilizado por esta atitude lamentável e inadmissível;

2) seja apresentado um pedido de desculpas à cidadã riomaiorense atingida.

Rio Maior, 22 de Novembro de 2013

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Bloco de Esquerda questiona redução de 28% nos serviços contratados para utentes sem médico de família em Rio Maior

Helena Pinto
A deputada Helena Pinto, do Bloco de Esquerda, apresentou na Assembleia da República a seguinte pergunta:

«Em novembro de 2011, em resposta a uma pergunta do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, o Ministério da Saúde afirmou estarem contratadas a uma empresa privada 108 horas/semana de serviços médicos para a cobertura dos 7 mil utentes sem médico de família na Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Rio Maior, incluindo aqui também 3 deslocações semanais à Extensão de Saúde de Alcobertas (com 1570 utentes).


Dois anos depois, quer em resposta a uma nova pergunta do Bloco de Esquerda, quer em resposta a um pedido de informação da Comissão Parlamentar de Saúde, despoletada por uma petição do Movimento Projeto de Cidadania, o Ministério da Saúde afirma apenas estarem contratadas 78 horas/semana de serviços, para a cobertura do mesmo número de utentes sem médico de família da UCSP de Rio Maior, o que significa uma redução de 28%.


Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério da Saúde, as seguintes perguntas:


1. Qual o motivo da redução de 28%, entre 2011 e 2013, nas horas/semana contratadas a uma empresa privada para a cobertura aos 7 mil utentes sem médico de família na Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Rio Maior?






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