terça-feira, 13 de agosto de 2013

Advogado João Ferreira é candidato à freguesia de Rio Maior (Projeto de Cidadania/Bloco Esquerda)

João Ferreira
O advogado João Ferreira é o cabeça de lista à Assembleia de Freguesia de Rio Maior do Movimento Projeto de Cidadania, apoiado pelo Bloco de Esquerda.


À frente de uma lista maioritariamente composta por jovens e totalmente formada por cidadãos sem filiação partidária, João Ferreira tem 56 anos de idade, reside na cidade de Rio Maior e nunca ocupou nenhum cargo político.


O 2º e 3º lugares da lista do Movimento Projeto de Cidadania cabem a dois jovens ativistas na área da cultura, Fábio Neves, técnico de som e músico, e Inês Aguiar, empregada de comércio e vocalista de uma banda de rock.


O 4º candidato desta lista é Carlos Vieira, funcionário da Escola Secundária de Rio Maior.


O 5º candidato é Marcelino Machado, antigo salineiro e mineiro de Rio Maior e ativista na defesa do património local.


Seguem-se, nesta lista apoiada pelo Bloco de Esquerda, como candidatos efetivos, Ana Beja, trabalhadora/estudante, José Deveza, avicultor e músico, Fábio Inácio, estudante e músico, Margarida Bento, doméstica, Guilherme Vieira, trabalhador/estudante e músico, Isabel Santos, doméstica, Daniel Teixeira, tipógrafo, Hugo Almeida, técnico de informática e músico.


O movimento Projeto de Cidadania propõe melhorar a gestão autárquica na freguesia de Rio Maior por meio de uma maior transparência, participação e cidadania. 

Não quer uma vida política local limitada, monopólio de alguns. Pretende dar vez e voz aos cidadãos e à democracia participativa.

Entre as prioridades desta candidatura estarão a defesa do ambiente e do património local, a dinamização cultural e os apoios sociais, como factores de desenvolvimento para o combate ao desemprego.


Movimento independente, o Projeto de Cidadania concorreu às eleições autárquicas de Outubro de 2009 com o apoio do Bloco de Esquerda, obtendo um lugar na Assembleia Municipal de Rio Maior. Na Freguesia de Rio Maior obteve então 6,1% dos votos, ficando a apenas 12 votos de obter um mandato na Assembleia de Freguesia.


Tinta Fresca:
"Advogado João Ferreira é candidato à presidência da freguesia de Rio Maior"

Notícias do Ribatejo:
"Advogado João Ferreira é candidato à freguesia de Rio Maior"

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Projeto de Cidadania com apoio do Bloco Esquerda volta a concorrer às autárquicas em Rio Maior

Rosa Pina
O Movimento Projeto de Cidadania volta a participar nas eleições autárquicas do concelho de Rio Maior, com o apoio do Bloco de Esquerda.

Irá concorrer à Câmara, Assembleia Municipal e Assembleia de Freguesia de Rio Maior.

A cabeça de lista à Câmara Municipal é Rosa Pina, 38 anos de idade, empresária e camionista, moradora da cidade de Rio Maior. Em segundo lugar surge António Costa, 58 anos, funcionário público e sociólogo, atual deputado municipal e ativista da defesa do ambiente, seguido de Celeste Narciso, 37 anos, psicóloga, e de Faustino Santos, 62 anos, médico acupunctor.

A mandatária será Inês Aguiar, 21 anos, operadora de loja e vocalista de uma banda de rock.

O cabeça de lista à Assembleia de Freguesia de Rio Maior é o advogado João Ferreira, e o cabeça de lista à Assembleia Municipal será Luís Carvalho, jornalista e ativista da defesa do ambiente.

O movimento Projeto de Cidadania considera que a transparência, a participação e a cidadania são armas eficazes contra a corrupção, o clientelismo e o tráfico de influências.

Não quer uma vida política local limitada, monopólio de alguns. E pretende dar vez e voz aos cidadãos e à democracia participativa.

Movimento independente, concorreu às eleições autárquicas de Outubro de 2009 com o apoio do Bloco de Esquerda, obtendo um lugar na Assembleia Municipal de Rio Maior.

Entre as prioridades do Movimento Projeto de Cidadania têm estado o ambiente, o património local e o desemprego.

Foi este movimento que promoveu, em 2011, uma petição contra a instalação de estacionamento pago em grande parte da cidade de Rio Maior, e que promoveu recentemente uma petição que levou a ser discutida na Assembleia da República a falta de médicos no Centro de Saúde de Rio Maior.


Notícias do Ribatejo:
"Rio Maior: o Movimento Projeto de Cidadania"

Rede Regional:
"Camionista é candidata à Câmara de Rio Maior"

O Ribatejo:
"Rosa Pina, a camionista que quer conduzir o Bloco à Câmara de Rio Maior"

O Mirante:
"Camionista Rosa Pina encabeça lista do Bloco à Câmara de Rio Maior" 

Oeste Global:
"Camionista Rosa Pina encabeça lista do Bloco à Câmara de Rio Maior"

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Petição sobre a falta de médicos em Rio Maior discutida na Assembleia da República

por Daniel Carvalho

No passado dia 4 de julho, o Projecto de Cidadania reuniu-se na Assembleia da República com a Comissão de Saúde num debate sobre a petição que denuncia a “falta de médicos no Centro de Saúde de Rio Maior” realizada pelos mesmos. Representando o movimento, os jovens Joana Leonardo - 1ª peticionária do documento -, Bruna Vicente, Rodrigo Gonçalves e Daniel Carvalho foram recebidos pela presença e contributo dos deputados André Figueiredo (PS), Margarida Neto (CDS) e Helena Pinto (BE) que debateram este problema que afecta tantos riomaiorenses.

A má gestão do Centro de Saúde de Rio Maior e a falta de médicos foram os principais temas que englobaram a visita do movimento ao Parlamento, grupo que tem vindo a mostrar a sua preocupação, desde o início, quanto ao “acesso à saúde por parte dos nossos cidadãos”. Segundo a petição existem actualmente “7 mil utentes sem médico de família”, situação já reconhecida pelo gabinete do Ministro da Saúde e também pela Câmara Municipal de Rio Maior, segundo o movimento. São “7 mil pessoas privadas de um acompanhamento médico (…) continuado. Pois são sempre atendidas por profissionais diferentes”; e como se não bastasse, “Não podem marcar consultas com antecedência, (…) têm de se deslocar ao Centro de Saúde para ficar à espera de ter vez nas consultas de recurso, às quais frequentemente nem sequer conseguem aceder”; pior se torna esta situação quando os utentes com médico de família têm de esperar largos meses para serem atendidos; quando a existência de médicos especializados é insuficiente e está em decréscimo: “há médicos que se reformaram e outros que foram deslocados”; “e as horas de atendimento reduziram nos últimos anos”; quando a divisão deste monopólio de saúde em Rio Maior, entre a USF – Unidade de Saúde Familiar - e a UCSP – Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados -, impossibilita um atendimento minimamente responsável e que resolva os problemas dos utentes; e, adicionando, quando a difícil acessibilidade ao Centro de Saúde, visto que se encontra descentralizado da cidade, afecta a vida da população, especialmente a mais idosa.
 
Saúdo-vos por esta petição, (…) parece-nos uma situação preocupante e que se espalha ao longo do país”, foram algumas das palavras de Helena Pinto, que, juntamente com o seu partido, tem vindo a mostrar uma preocupação verosímil à do movimento quanto à saúde: é favor relembrar que a deputada fez, semanas antes, uma questão ao governo sobre esta mesma situação, que, infelizmente, “vem-se arrastando ao longo dos anos”. Neste encontro foram concretizados exemplos pessoais dos peticionários para explicar a problemática administrativa do Centro de Saúde, peticionários estes que têm vindo a ser afectados por esta situação: um dos membros do Projecto de Cidadania afirma ter tido um problema de saúde há alguns anos que ganhou ainda mais obstáculos devido à burocracia e à má gerência daquele núcleo em Rio Maior: em cada visita ao Centro de Saúde era atendido por ordem de chegada, o que lhe fazia perder todo o dia à espera de uma consulta, e quando precisava de fazer exames o doutor passava-lhe os errados (!), esta questão piora quando o próprio afirma: “desde 2010 que não tenho médico de família!”; o mesmo problema é partilhado por outro jovem do movimento, que não tendo médico de família, tem membros do seu seio familiar que já tiveram de viajar para cidades vizinhas para uma simples consulta; em jeito final, outro peticionário afirma ainda que anda “com o mesmo problema há um ano” e que este piora devido à “má administração dos poucos médicos existentes”. Trata-se de uma situação que piora para além dos alarmes invocados.

Questionando o grupo sobre esta matéria e atentando nos problemas administrativos - que têm urgência de ser solucionados – os deputados ouviram quatro jovens que têm sede de mudança e que zelam pela saúde de todos os membros do concelho, dos mais jovens aos mais velhos, visto que, como mostra a Constituição da República Portuguesa, “todos têm direito à protecção da saúde” e esta meta ainda não se concretizou em Rio Maior. O Projecto de Cidadania mostrou-se agradecido pela rapidez e acessibilidade com que foram recebidos, sendo este o esforço que faz com que esta questão chegue ao Ministro da Saúde e que seja o mais rapidamente ponderado e resolvido, “para eventual medida legislativa ou administrativa”.

Ribatejo:
"Falta de médicos em Rio Maior sobe à Comissão Parlamentar de Saúde"

Tinta Fresca:
"Comissão Parlamentar promove audição sobre falta de médicos em Rio Maior"

Rede Regional:
"Falta de médicos em Rio Maior discutida no Parlamento"

Rádio Cister:
"Audição parlamentar sobre falta de médicos em Rio Maior"

Notícias do Ribatejo:
"Audição parlamentar sobre falta de médicos em Rio Maior"

Portal Rio Maior:
"Petição sobre a falta de médicos em Rio Maior discutida na Assembleia da República"

 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Movimento Projeto de Cidadania apoia Greve Geral

O Movimento Projecto de Cidadania, apela à participação dos trabalhadores do concelho de Rio Maior na greve geral marcada para esta quinta-feira, 27 de Junho.

É uma oportunidade para se fazerem ouvir e demonstrarem publicamente a sua indignação, descontentamento e disposição para travar a trajectoria da crise capitalista que se caracteriza, no fundamental, por: redução dos custos do trabalho, através da destruição de postos de trabalho, criando desemprego, reduzindo os salários, as reformas e os apoios sociais, e a concentração do capital (da riqueza produzida) nas mãos dos grandes grupos económico-financeiros, levando à ruína e à fome muitos trabalhadores assim como, pequenos proprietários, de todos os sectores: Primário, Secundário e Terciário.

Esta é a política que nos tem vindo a ser imposta e vai prosseguir se não assumirmos as nossas responsabilidades, enquanto trabalhadores e cidadãos produtores de riqueza, criando condições para a derrotar e contribuir para a construção de alternativas, mais justas, fraternas, solidárias e igualitárias, capazes de estruturar uma comunidade humana e organização social, onde não seja possível deixar para trás nenhum dos seus.

Plano Estratégico de Rio Maior

O Movimento Projeto de Cidadania disponibiliza para consulta pública o Plano Estratégico de Rio Maior.
Irá ser votado na sessão da Assembleia Municipal do próximo sábado, 29 de Junho:



segunda-feira, 17 de junho de 2013

Projeto de Cidadania entregou petição à Assembleia da República sobre a falta de médicos em Rio Maior

O Movimento Projeto de Cidadania entregou, esta segunda-feira, à Assembleia da República, a seguinte petição sobre a falta de médicos no Centro de Saúde de Rio Maior:

«Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República,

I

Os signatários desta petição, moradores no concelho de Rio Maior, estão organizados no Movimento Projeto de Cidadania, o qual, desde a sua criação, em 2009, tem manifestado a sua preocupação com “o acesso à saúde por parte dos nossos cidadãos”, e alertado para “a falta de médicos de família na nossa comunidade (cerca de 30% há vários anos)”.

Como já foi reconhecido pelo gabinete do Ministro da Saúde, há “7 mil utentes sem médico de família” no concelho de Rio Maior.

São 7 mil pessoas privadas de um acompanhamento médico efetivamente personalizado e continuado. Pois são sempre atendidas por profissionais diferentes.

Não podem marcar consultas com antecedência, o que causa transtornos, nomeadamente a nível laboral. Porque quando precisam de uma consulta médica têm de se deslocar ao Centro de Saúde para ficar à espera de ter vez nas consultas de recurso, às quais frequentemente nem sequer conseguem aceder.

Por outro lado, os utentes com médico de família chegam a estar largos meses à espera de consulta.

Esta situação vem-se arrastando ao longo dos anos. As promessas de solução por parte do Ministério da Saúde têm-se sucedido sem se concretizarem. E perspectiva-se um agravamento com anunciados pedidos de reforma de alguns profissionais.

II

O Centro de Saúde de Rio Maior, integrado no Agrupamento de Centros de Saúde Lezíria, está actualmente organizado em duas estruturas diferentes, ao nível das chamadas consultas não urgentes:

1) A Unidade de Saúde Familiar Salinas (USF), que serve cerca de 10.400 utentes, no Centro de Saúde e nas extensões de Fráguas, Outeiro da Cortiçada e São João da Ribeira. Está composta por seis médicos do quadro, que devem assegurar entre si a substituição de algum que falte.

2) A Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Rio Maior (UCSP). Abarca um universo de cerca de 13.300 utentes, no Centro de Saúde e na Extensão de Alcobertas. Esta unidade perdura incompleta, com apenas três médicos do quadro. O recurso a uma empresa privada de prestação de serviços para colmatar esta lacuna tem-se revelado muito instável e deficiente.

Esta orgânica tem provocado situações disfuncionais como haver, simultaneamente, médicos disponíveis na USF Salinas, e, na porta ao lado, haver utentes necessitados e privados de uma consulta médica na UCSP.

III

Na Constituição da República Portuguesa está consagrado que “todos têm direito à protecção da saúde” e que, para assegurar esse direito fundamental, incumbe prioritariamente ao Estado “garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde”.

O Movimento Projeto de Cidadania considera que estes desígnios constitucionais não estão a ser cumpridos no concelho de Rio Maior.

Assim, para defesa dos direitos dos cidadãos e da Constituição, por meio desta petição, os signatários solicitam que a Comissão de Saúde da Assembleia da República discuta urgentemente a situação exposta, as suas causas e possíveis soluções. Com comunicação ao Ministro competente para eventual medida legislativa ou administrativa.»

Ribatejo: 
"Movimento de Cidadania apresenta petição na Assembleia da República sobre falta de médicos em Rio Maior"

Rádio Pernes:
"Petição sobre a falta de médicos no Centro de Saúde de Rio Maior entregue na Assembleia da Republica"

Rádio Cister:
"Petição sobre a falta de médicos no Centro de Saúde de Rio Maior"

Rede Regional:
"Falta de médicos motiva petição e abaixo-assinado" 

Mirante:
"Falta de médicos em Rio Maior chega ao Parlamento"

Notícias do Ribatejo:
"Projeto de Cidadania entregou petição à Assembleia da República sobre a falta de médicos em Rio Maior"

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Bloco de Esquerda questiona governo sobre falta de médicos em Rio Maior

Helena Pinto
A deputada Helena Pinto, do Bloco de Esquerda, apresentou na Assembleia da República uma pergunta ao governo sobre a falta de médicos no Centro de Saúde de Rio Maior:

«Desde 2005 que o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem alertando para o problema recorrente da falta de médicos no Centro de Saúde de Rio Maior.


Segundo a informação mais recente, atualmente há muitos dias em que não há médico de família ou sequer médico assistente na Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Rio Maior, que abarca 13.300 utentes - mais de metade da população do concelho.


Prevê-se que esta situação possa agravar-se ainda mais com a concretização de recentes pedidos de reforma de profissionais médicos do Centro de Saúde de Rio Maior.


Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio endereçar ao Governo, através do Ministério da Saúde, as seguintes perguntas:


1. Está o Ministério da Saúde consciente das dificuldades enfrentadas pela população utente da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados do Centro de Saúde de Rio Maior?


2. Face ao exposto, que medidas irá o Ministério da Saúde levar à prática, no sentido de, com celeridade, dar a resposta às necessidades da população?»

Portal Rio Maior:
"Bloco de Esquerda questiona governo sobre falta de médicos em Rio Maior"

Tinta Fresca:
"Bloco de Esquerda questiona governo sobre falta de médicos em Rio Maior"

Maior TV:
"Falta de médicos em Rio Maior"

Rede Regional:
"Bloco Esquerda pede esclarecimentos sobre falta de médicos"

Rádio Cister:
"Bloco de Esquerda questiona governo sobre falta de médicos em Rio Maior"

Notícias do Ribatejo:
"Rio Maior: Bloco de Esquerda questiona governo sobre falta de médicos"

domingo, 2 de junho de 2013

Revenda de lotes na Zona Industrial de Rio Maior por 300 mil euros, “quase 40 vezes” o valor inicial, por familiares de Presidente de Câmara

Projeto de Cidadania questiona:

«A Câmara Municipal de Rio Maior deliberou, na sua reunião de 16 de Setembro de 2011, não exercer o direito de preferência na transação dos lotes 393 e 394 da Zona Industrial de Rio Maior, permitindo assim que uma empresa pertencente a familiares da Sra. Presidente da Câmara pudesse revender os referidos lotes por 300 mil euros, uma quantia “quase 40 vezes superior” ao preço que pagou para os adquirir à Câmara.


Entretanto, o Movimento Projeto de Cidadania teve conhecimento do facto de a empresa em causa ser formalmente propriedade de dois sobrinhos da Sra. Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, filhos da irmã que a Sra. Presidente nomeou como secretária do gabinete de apoio pessoal de uma vereadora.»

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