quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Onde está o projeto de parque urbano no Espadanal no qual a Câmara gastou 15 mil euros?

O Projecto de Cidadania apresentou na Assembleia Municipal de Rio Maior um requerimento para consultar o projecto de parque urbano previsto para a antiga mina do Espadanal.

Nesse requerimento chama-se a atenção para o facto de a Câmara de Rio Maior ter contratado em Abril último, por ajuste directo, os serviços da sociedade SA Amorim Arquitectos, Lda., a troco de 15 mil euros, visando a elaboração de um projecto de arquitectura para o parque urbano da Mina do Espadanal. O prazo de execução do projecto era de 30 dias.

Para o Projecto de Cidadania, considerando a relevância do património mineiro para a memória colectiva e para o potencial turístico do concelho de Rio Maior, é tempo de a autarquia explicar de que consta o projecto.

“Será mais que tempo de a câmara municipal dar a conhecer ao público esse projecto, para que a comunidade local se possa pronunciar acerca do mesmo”, refere o requerimento.

Encontro entre a Eicel e o Projecto de Cidadania

Na sequência do conjunto de encontros com associações e órgãos locais de Rio Maior, o projecto de Cidadania de Rio Maior reuniu, no domingo passado, com a Eicel, Associação para a Defesa do Património Mineiro, Industrial e Arquitectónico.
Para além de revisitarmos a rica história do património material e imaterial deixado pela indústria mineira no concelho, em cima da mesa estiveram questões como a classificação do antigo complexo mineiro como património municipal, o destino do espólio da antiga empresa de exploração mineira Eicel que foi doado à Câmara Municipal de Rio Maior, os projectos desta associação relativos à musealização do antigo complexo mineiro e a recente demolição de prédios na zona histórica da cidade de Rio Maior.

sábado, 13 de agosto de 2011

Água “menos boa” em Rio Maior


O jornal “O Mirante” noticia que, no Plano de Gestão da Região Hidrográfica do Tejo, a água da sub-bacia do Rio Maior é classificada como estando num “estado inferior a bom”, referindo-se aí uma “degradação das massas de água”.
O Plano de Gestão da Região Hidrográfica do Tejo, elaborado pela Administração Regional Hidrográfica, é um instrumento de planeamento e de gestão das águas. Neste momento, e durante seis meses, o Plano encontra-se em fase de consulta pública. Assim, qualquer cidadão ter acesso à informação e dar a sua opinião num sítio da internet disponibilizado para este efeito

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Projecto de Cidadania reúne com Junta de Freguesia de Arrouquelas

A Junta de Freguesia de Arrouquelas recebeu o Projecto de Cidadania “Dar a vez e a voz aos cidadãos” no passado dia 6 de Agosto. Este encontro, pedido pelo Projecto de Cidadania, tinha como objectivo aprofundar os problemas vividos pela população desta freguesia e conhecer a experiência de orçamento participativo implementado pela Junta de Freguesia. Depois desta reunião, o Projecto de Cidadania continuará a reunir com órgãos e associações locais de Rio Maior com vista a conhecer várias perspectivas sobre o concelho.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

A água é do povo

No Cartaxo, a população manifestou-se, foi à Assembleia Municipal e obrigou a Câmara a rever o tarifário da água...

sábado, 16 de julho de 2011

Projecto de Cidadania promoveu debate sobre a crise económica


Esta iniciativa realizou-se na Biblioteca Municipal de Rio Maior e contou com a exibição de vídeos do pensador marxista David Harvey e do economista norte-americano Robert Reich, antigo "ministro" do trabalho no governo de Bill Clinton - ambos apresentados e comentados por Carlos Carujo.

O video de David Harvey, intitulado "As Crises do Capitalismo", e legendado em português, pode ser visionado aqui.


sábado, 25 de junho de 2011

Conheça os termos do Plano de Pormenor e Salvaguarda das Marinhas de Sal de Rio Maior

Apresentamos aqui o enquadramento histórico que serve de introdução aos termos do actual Plano de Salvaguarda e Pormenor das Marinhas de Sal que a Câmara Municipal de Rio Maior tem entre mãos:

O mais antigo documento conhecido com referência às Marinhas do Sal trata-se de um comprovativo de venda datado de 1177, entre Pêro de Aragão e sua mulher, Sancha Soares, e a Ordem dos Templários; referido no 8º Volume do “Portugal Antigo e Moderno”.

Daqui se depreende que as Marinhas do Sal têm mais de 8 séculos de história, sendo que a sua importância económica, social e cultural atravessou as épocas estando, actualmente, traduzida no brasão da cidade de Rio Maior. Acredita-se que os árabes durante a sua passagem pela Península Ibérica, teriam já utilizado estas marinhas, pois alguns dos engenhos, como a picota, que, até há bem pouco tempo eram utilizados na extracção de sal, foram por eles introduzidos na Europa.

As salinas de Rio Maior, distantes a menos de 4 kms da sede do Concelho, constituem por si só um dos principais atractivos e referenciais da localidade e do próprio Concelho. No entanto, a sua singularidade torna-as uma referência a nível nacional, porque localizadas no interior, a água para a obtenção do sal é retirada de uma nascente que brota a partir de uma corrente subterrânea de água doce que atravessa uma extensa e profunda mina de sal-gema, sete vezes mais salgada que a água do mar, sendo as únicas com estas características ainda em exploração.

Ao longo dos tempos foi surgindo no local um conjunto de casas típicas em madeira, também elas cheias de particularidades resultantes das necessidades inerentes à própria actividade e que conferem um ar pitoresco ao local, fazendo das marinhas um “museu vivo”.

Nos últimos anos, algumas dessas casas típicas, de apoio à actividade de extracção do sal, têm sido transformadas em cafés, restaurantes e lojas de artesanato, constituindo o único suporte turístico existente na zona.

Associada à actividade de exploração de sal, foi constituída, em 1979, a Cooperativa Agrícola dos Produtores de Sal que, tal como o próprio nome indica integra os proprietários dos talhos. Esta cooperativa tem sido a principal responsável pela manutenção da actividade de extracção do sal nos moldes tradicionais, recusando sempre qualquer tipo de exploração industrial do sal. Por isso, a actividade apenas se processa na época estival, tal como há 800 anos atrás. A aposta na produção de sal como produto regional, neste caso num contexto muito singular de produção, entende-se como uma factor a potenciar pela criação de espaços, equipamentos e serviços complementares à actividade.







quinta-feira, 19 de maio de 2011

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