quinta-feira, 19 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
Portugal, 37 anos depois do 25 de Abril
Visto por Henrique Fialho, escritor riomaiorense
Andamos há 37 anos a comemorar uma revolução que ainda não aconteceu verdadeiramente. Esmagados por uma guerra inglória, os militares revoltaram-se contra o regime e desbravaram caminho para a democracia. Cedo se percebeu o que nos esperava: uma oligarquia a ir a votos de 4 em 4 anos, dividida entre duas facções políticas que são mais do mesmo. Soares entregou-nos a uma Europa agora americanizada, de socialismo não só engavetado como totalmente enterrado e sem direito a memorial. Em França, mãe da Revolução de todos nós, há trabalhadores que se imolam, suicidam-se à vez sem grande alarido. Por cá, o nepotismo faz escola e os crápulas jogam com a cintura na ânsia de um tacho. A baba é tanta que daria para fazer um cozido à portuguesa com morcelas de socialismo, enchidos de social-democracia e alheiras de populismo. No batatal do cavaquistão há batatas que cheguem para todos e para quem se lhes queira juntar. Construíram-se auto-estradas, vias rápidas para o enriquecimento indevido, engordaram-se fortunas e patrocinaram-se cartéis. O PPD de Duarte Lima, Santana Lopes, Dias Loureiro, entre outros larápios de estirpe intocável reunidos na cantina do BPN, leia-se SLN, prepara-se novamente para fazer das suas, enquanto o PS do Grande Chefe, dos estádios e do Rui Pedro Soares e do Ricardo Rodrigues e do Freitas do Amaral e do Basílio Horta vai distribuindo o que resta da côdea governativa. Uma elite política de merda, aos ombros de uma elite empresarial de merda, num país a afundar-se na merda com um povo que de tanto gostar de viver na merda mais se assemelha a uma vara de porcos do que a um verdadeiro povo. Mas animemos a malta, recordemos as velhas canções, olhemos para o passado, desfilemos na Avenida da Liberdade de açaime na boca e coleira pelo pescoço. O FMI tratará de nós como o Frontline trata das pulgas. Amemos os nossos patrões.
(retirado do blog Antologia do Esquecimento)
Andamos há 37 anos a comemorar uma revolução que ainda não aconteceu verdadeiramente. Esmagados por uma guerra inglória, os militares revoltaram-se contra o regime e desbravaram caminho para a democracia. Cedo se percebeu o que nos esperava: uma oligarquia a ir a votos de 4 em 4 anos, dividida entre duas facções políticas que são mais do mesmo. Soares entregou-nos a uma Europa agora americanizada, de socialismo não só engavetado como totalmente enterrado e sem direito a memorial. Em França, mãe da Revolução de todos nós, há trabalhadores que se imolam, suicidam-se à vez sem grande alarido. Por cá, o nepotismo faz escola e os crápulas jogam com a cintura na ânsia de um tacho. A baba é tanta que daria para fazer um cozido à portuguesa com morcelas de socialismo, enchidos de social-democracia e alheiras de populismo. No batatal do cavaquistão há batatas que cheguem para todos e para quem se lhes queira juntar. Construíram-se auto-estradas, vias rápidas para o enriquecimento indevido, engordaram-se fortunas e patrocinaram-se cartéis. O PPD de Duarte Lima, Santana Lopes, Dias Loureiro, entre outros larápios de estirpe intocável reunidos na cantina do BPN, leia-se SLN, prepara-se novamente para fazer das suas, enquanto o PS do Grande Chefe, dos estádios e do Rui Pedro Soares e do Ricardo Rodrigues e do Freitas do Amaral e do Basílio Horta vai distribuindo o que resta da côdea governativa. Uma elite política de merda, aos ombros de uma elite empresarial de merda, num país a afundar-se na merda com um povo que de tanto gostar de viver na merda mais se assemelha a uma vara de porcos do que a um verdadeiro povo. Mas animemos a malta, recordemos as velhas canções, olhemos para o passado, desfilemos na Avenida da Liberdade de açaime na boca e coleira pelo pescoço. O FMI tratará de nós como o Frontline trata das pulgas. Amemos os nossos patrões.
(retirado do blog Antologia do Esquecimento)
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Riomaiorense Carla Rodrigues é candidata à Assembleia da República
terça-feira, 26 de abril de 2011
No 25 de Abril em Rio Maior: coligação PSD+CDS/PP cria obstáculos à participação dos cidadãos
Por Carla Rodrigues*
Para nós comemorar o 25 de Abril não é um ritual. Mas sim uma ocasião de questionar a realidade em que vivemos hoje com os valores que Abril representa.
Com o 25 de Abril abriram-se perspectivas de participação dos cidadãos na resolução dos seus problemas colectivos.
Como estamos hoje em Rio Maior nesta matéria?
Constatamos que a actual maioria não só não tem procurado criar as condições mais favoráveis à participação dos cidadãos, como pelo contrário, tem-se verificado o inverso. Isto é, tem criado obstáculos.
Foi a actual maioria que recusou a proposta apresentada pelo Projecto de Cidadania apoiado pelo Bloco de Esquerda no sentido de levar a Assembleia Municipal ao encontro das populações, descentralizando pelas várias freguesias do concelho o local de realização das reuniões.
Foi a actual maioria que recusou aos cidadãos com um horário de trabalho normal, a possibilidade de participarem nas reuniões da Câmara Municipal, quando votou contra a Proposta de haver reuniões da Câmara em horário pós-laboral.
Foi a actual maioria que recusou dar prioridade à participação dos cidadãos, ao votar contra a proposta do Projecto de Cidadania no sentido de dar a palavra ao público no início das reuniões da Assembleia Municipal.
Aconteceu esta Assembleia aprovar uma recomendação proposta pelo Projecto de Cidadania no sentido de se implementar no concelho de Rio Maior um processo de orçamento participativo.
Resta agora saber se a actual maioria será capaz de levar isso à prática. E, de uma forma efectiva. Um orçamento participativo não poderá ser implementado numa perspectiva burocrática. Tem que assentar num esforço real de dinamização, por parte da Câmara, das freguesias, e das forças políticas, no sentido de efectivamente dar voz aos cidadãos, e de fazê-los acreditar que a vale a pena participar, dar opiniões e sugestões.
Pela nossa parte, continuaremos a defender que os órgãos autárquicos existem para servir as populações, e que portanto têm que se esforçar mais por as ouvir e adequar o máximo possível a sua acção às necessidades e anseios das mesmas.
* excerto da intervenção na sessão solene da Assembleia Municipal de Rio Maior comemorativa do 37º aniversário do 25 de Abril
domingo, 17 de abril de 2011
Projecto de Cidadania promoveu debate sobre violência doméstica
A Maior TV fez uma reportagem em vídeo que pode ser vista aqui.
domingo, 10 de abril de 2011
Abastecimento de água na Marmeleira
O problema do abastecimento de água na freguesia da Marmeleira, Concelho de Rio Maior, já se arrasta há vários anos e tem afectado quer o caudal quer a qualidade da água que é servida aos moradores. O sistema de distribuição é extremamente antigo e constituído por condutas de 50mm de Fibro-Cimento (um material que contem amianto).
Os utentes têm-se queixado, não apenas de um caudal manifestamente insuficiente, mas também de um intenso cheiro a cloro. A gravidade destes problemas varia fortemente conforme a localização dos utentes dentro da freguesia. No entanto, as análises levadas a cabo pela Unidade de Saúde Pública não apuraram irregularidades.
Acresce que as quantidades de água que são pagas à empresa Águas do Oeste e as que são efectivamente cobradas apresentam diferenças gritantes, que apontam para fugas ou desvios na rede e oneram fortemente a despesa da autarquia com o abastecimento da freguesia.
José Gusmão, deputado do Bloco de Esquerda, questionou os ministérios do Ambiente e da Saúde sobre esta situação.
Já no Verão passado, o Projecto de Cidadania apresentou na Assembleia Municipal de Rio Maior um requerimento chamando a atenção para o problema da falta de água na freguesia de Vila da Marmeleira.
Os utentes têm-se queixado, não apenas de um caudal manifestamente insuficiente, mas também de um intenso cheiro a cloro. A gravidade destes problemas varia fortemente conforme a localização dos utentes dentro da freguesia. No entanto, as análises levadas a cabo pela Unidade de Saúde Pública não apuraram irregularidades.
Acresce que as quantidades de água que são pagas à empresa Águas do Oeste e as que são efectivamente cobradas apresentam diferenças gritantes, que apontam para fugas ou desvios na rede e oneram fortemente a despesa da autarquia com o abastecimento da freguesia.
José Gusmão, deputado do Bloco de Esquerda, questionou os ministérios do Ambiente e da Saúde sobre esta situação.
Já no Verão passado, o Projecto de Cidadania apresentou na Assembleia Municipal de Rio Maior um requerimento chamando a atenção para o problema da falta de água na freguesia de Vila da Marmeleira.
domingo, 20 de março de 2011
Má qualidade da água em Azambujeira
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| Carla Rodrigues |
Moradores da freguesia de Azambujeira queixam-se da má qualidade da água da rede municipal de abastecimento domiciliário, alegando nomeadamente que aparenta ter demasiados resíduos calcários.
Dando eco a estas queixas, a deputada municipal Carla Rodrigues, do Projecto de Cidadania, apoiado pelo Bloco de Esquerda, dirigiu à Câmara Municipal de Rio Maior um requerimento sobre esta situação com o objectivo de saber se a Câmara está ao corrente da dimensão do problema e que medidas tomará a este propósito. Considerando que uma situação destas não se pode arrastar, porque o acesso a água de qualidade é um direito.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Geração à rasca: um dos promotores da manifestação é de Rio Maior
A manifestação de dia 12 tornou-se um fenómeno nacional por ser um grito de revolta de todos quantos vivem em situação de precariedade e de desemprego. Esta iniciativa nasceu da convocatória de um grupo de amigos um dos quais, António Frazão, é natural de Rio Maior. Têm toda a razão no seu protesto. Vamos lá?
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