segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Novos requerimentos sobre poluição de suiniculturas em S. João da Ribeira e na Ribeira de S. João


Na sequência do debate promovido pelo Projecto de Cidadania no passado dia 13 de Novembro, o deputado José Gusmão, do Bloco de Esquerda, apresentou na Assembleia da República dois novos requerimentos sobre poluição de suiniculturas nas freguesias riomaiorenses de S. João da Ribeira e Ribeira de S. João

Veja os dois requerimentos aqui e aqui.

domingo, 28 de novembro de 2010

Debate sobre a cimenteira


O Movimento Cívico "Ar Puro" promoveu no passado sábado, em Cabeça Gorda, o primeiro debate público sobre o projecto de construção de uma cimenteira em Rio Maior.
Esta iniciativa reuniu cerca de trinta pessoas e contou com a participação de Domingos Patacho, dirigente da Quercus. E também de João da Bernarda e Joaquim Mendes, promotores da petição online "em defesa do desenvolvimento e do ambiente de Rio Maior".
Foi ainda abordado neste evento o problema da poluição causada por suiniculturas nas freguesias de S. João da Ribeira e Ribeira de S. João.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Petição contra a cimenteira

A petição contra a cimenteira apresentada um grupo de moradores de Rio Maior foi hoje notícia no jornal Público que assinala as suas "actuais" 250 assinaturas, que afirma que "a Câmara de Rio Maior não se opõe ao investimento, mas quer mais garantias de que não haverá impactes ambientais significativos e de que serão respeitados aspectos ligados à Rede Natura" e que salienta as posições das associações ambientalistas.
O projecto de cidadania "dar a vez e a voz aos cidadãos" manifesta a sua solidariedade com esta iniciativa e convida todos a juntar-se na assinatura desta petição.

Relação Câmara Municipal/DESMOR criticada pelo Tribunal de Contas

Segundo noticia o Jornal “O Mirante”, o Tribunal de Contas, na análise das contas de 2008, sugere “mais transparência nas relações entre a Câmara de Rio Maior e a Desmor”, empresa municipal da área do desporto e adverte que se deve aferir “de modo claro e inequívoco, sobre os montantes transferidos, o respectivo destino, a par do dinheiro encaixado e utilização pela entidade beneficiária”.
Em altura de crise e de orçamentos de austeridade que caem sempre em cima dos mesmos, discute-se a justificação de tantas empresas municipais e dos salários chorudos dos administradores destas.
Recorde-se que o Projecto de Cidadania tinha já defendido nas eleições autárquicas que "a lógica de criar empresas para substituir serviços municipais não pode sobrepor-se ao interesse comum e muito menos transformar-se em agência de colocação das clientelas partidárias.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Projecto de Cidadania promoveu debate sobre poluição causada por suiniculturas nas freguesias de Ribeira de S. João e S. João da Ribeira

Esta iniciativa realizou-se no salão da Comissão de Melhoramentos de Cabeça Gorda. E contou com a participação de Carla Rodrigues, deputada municipal, e de José Gusmão, deputado na Assembleia da República.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Cimenteiras devem estar longe de povoações!



Por António Costa


Recorremos a um estudo de 2005, da responsabilidade da Administração Regional de Saúde do Centro, que envolveu o 109 Centros de Saúde e a Faculdade de Medicina de Coimbra.

Este estudo concluiu que a prevalência padronizada de doenças respiratórias é de 12,9% na população de Souselas, isto é mais do dobro da média destas doenças na Região Centro (5,8%). No referente a Maceira a diferença também é significativa (8,5% para 5,8%).

Sobre a prevalência padronizada de doenças tumorais, Souselas tem mais do dobro da registada na Região Centro (6,1% para 2,8%) enquanto que Maceira tem uma percentagem três vezes superior à da Região Centro (9,3% para 2,8%).

Quanto à prevalência padronizada das doenças endócrinas é de 10,1% na Região Centro, para 14.2% em Souselas e 18,8% em Maceira.

Não é por acaso que as Directivas Comunitárias, no que respeita à localização de cimenteiras, consideram que estas devem estar longe de agregados populacionais, de regiões agro-pecuárias e de recursos hídricos assim como de Parques Naturais.

domingo, 31 de outubro de 2010

Acção de rua contra a cimenteira

Numa acção de rua pelo centro da cidade de Rio Maior, em Vale de Óbidos e na Freiria, o Projecto de Cidadania distribuiu um folheto informativo onde se destacam três razões contra o projecto de construção de uma cimenteira em Rio Maior:


1- A cimenteira compromete a saúde pública e a qualidade de vida das populações por ser “demasiado próximo da população” dado o regime de ventos, por implicar “impactes de poluentes como os metais pesados, dioxinas e furanos” e “emissões de dióxido de carbono”, por implicar ainda “poeiras, ruído e sobrecarga de trânsito” como referem o parecer da Associação Quercus e o próprio Estudo de Impacte ambiental encomendado pela empresa promotora do projecto de construção da cimenteira.

2- A cimenteira coloca em risco o património ambiental de Rio Maior nomeadamente a zona Paisagem Protegida da Serra de Aire e Candeeiros, classificada como Reserva Ecológica Nacional. Este património único, com toda a riqueza que lhe é associada, fica ameaçado com a construção de uma cimenteira na sua vizinhança.

3- A cimenteira prejudica a economia local, nomeadamente o turismo, a agricultura e a indústria alimentar por ser uma actividade altamente poluidora é assim má publicidade para os produtores (quem quer comprar alimentos produzidos ao lado do pó e do fumo de uma cimenteira?), para os visitantes e para quem aposte no turismo (quem vai visitar uma terra poluída?) e mesmo para o sector imobiliário (quem vai querer viver numa cidade poluída?). E até a ideia de uma “cidade do desporto” fica comprometida se a cimenteira for construída (quem vai querer vir treinar para o lado de uma cimenteira?).

Assim, a ideia de que a construção de uma cimenteira seja uma oportunidade de desenvolvimento que vai trazer emprego é errada (os postos de trabalho anunciados dizem sobretudo respeito ao momento da construção e não são para continuar) e pode ter exactamente o efeito oposto levando à extinção de muitos postos de trabalho e à redução da capacidade de atracção do concelho.

Por estas razões é fundamental impedir a concretização do projecto de construção de uma fábrica de cimento em cidade de Rio Maior!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Perigo ambiental em Alcobertas

Segundo o jornal Público e a Agência Lusa, "a estação de tratamento de efluentes suinícolas de Alcobertas, no concelho de Rio Maior, considerada pioneira quando entrou em funcionamento, em 1995, está abandonada, com os riscos ambientais inerentes numa infra-estrutura localizada em pleno Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC)."

Uma situação a acompanhar com preocupação dada a importância ambiental do Parque Natural.

Ler notícia aqui.

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