quarta-feira, 26 de junho de 2013

Movimento Projeto de Cidadania apoia Greve Geral

O Movimento Projecto de Cidadania, apela à participação dos trabalhadores do concelho de Rio Maior na greve geral marcada para esta quinta-feira, 27 de Junho.

É uma oportunidade para se fazerem ouvir e demonstrarem publicamente a sua indignação, descontentamento e disposição para travar a trajectoria da crise capitalista que se caracteriza, no fundamental, por: redução dos custos do trabalho, através da destruição de postos de trabalho, criando desemprego, reduzindo os salários, as reformas e os apoios sociais, e a concentração do capital (da riqueza produzida) nas mãos dos grandes grupos económico-financeiros, levando à ruína e à fome muitos trabalhadores assim como, pequenos proprietários, de todos os sectores: Primário, Secundário e Terciário.

Esta é a política que nos tem vindo a ser imposta e vai prosseguir se não assumirmos as nossas responsabilidades, enquanto trabalhadores e cidadãos produtores de riqueza, criando condições para a derrotar e contribuir para a construção de alternativas, mais justas, fraternas, solidárias e igualitárias, capazes de estruturar uma comunidade humana e organização social, onde não seja possível deixar para trás nenhum dos seus.

Plano Estratégico de Rio Maior

O Movimento Projeto de Cidadania disponibiliza para consulta pública o Plano Estratégico de Rio Maior.
Irá ser votado na sessão da Assembleia Municipal do próximo sábado, 29 de Junho:



segunda-feira, 17 de junho de 2013

Projeto de Cidadania entregou petição à Assembleia da República sobre a falta de médicos em Rio Maior

O Movimento Projeto de Cidadania entregou, esta segunda-feira, à Assembleia da República, a seguinte petição sobre a falta de médicos no Centro de Saúde de Rio Maior:

«Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República,

I

Os signatários desta petição, moradores no concelho de Rio Maior, estão organizados no Movimento Projeto de Cidadania, o qual, desde a sua criação, em 2009, tem manifestado a sua preocupação com “o acesso à saúde por parte dos nossos cidadãos”, e alertado para “a falta de médicos de família na nossa comunidade (cerca de 30% há vários anos)”.

Como já foi reconhecido pelo gabinete do Ministro da Saúde, há “7 mil utentes sem médico de família” no concelho de Rio Maior.

São 7 mil pessoas privadas de um acompanhamento médico efetivamente personalizado e continuado. Pois são sempre atendidas por profissionais diferentes.

Não podem marcar consultas com antecedência, o que causa transtornos, nomeadamente a nível laboral. Porque quando precisam de uma consulta médica têm de se deslocar ao Centro de Saúde para ficar à espera de ter vez nas consultas de recurso, às quais frequentemente nem sequer conseguem aceder.

Por outro lado, os utentes com médico de família chegam a estar largos meses à espera de consulta.

Esta situação vem-se arrastando ao longo dos anos. As promessas de solução por parte do Ministério da Saúde têm-se sucedido sem se concretizarem. E perspectiva-se um agravamento com anunciados pedidos de reforma de alguns profissionais.

II

O Centro de Saúde de Rio Maior, integrado no Agrupamento de Centros de Saúde Lezíria, está actualmente organizado em duas estruturas diferentes, ao nível das chamadas consultas não urgentes:

1) A Unidade de Saúde Familiar Salinas (USF), que serve cerca de 10.400 utentes, no Centro de Saúde e nas extensões de Fráguas, Outeiro da Cortiçada e São João da Ribeira. Está composta por seis médicos do quadro, que devem assegurar entre si a substituição de algum que falte.

2) A Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Rio Maior (UCSP). Abarca um universo de cerca de 13.300 utentes, no Centro de Saúde e na Extensão de Alcobertas. Esta unidade perdura incompleta, com apenas três médicos do quadro. O recurso a uma empresa privada de prestação de serviços para colmatar esta lacuna tem-se revelado muito instável e deficiente.

Esta orgânica tem provocado situações disfuncionais como haver, simultaneamente, médicos disponíveis na USF Salinas, e, na porta ao lado, haver utentes necessitados e privados de uma consulta médica na UCSP.

III

Na Constituição da República Portuguesa está consagrado que “todos têm direito à protecção da saúde” e que, para assegurar esse direito fundamental, incumbe prioritariamente ao Estado “garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde”.

O Movimento Projeto de Cidadania considera que estes desígnios constitucionais não estão a ser cumpridos no concelho de Rio Maior.

Assim, para defesa dos direitos dos cidadãos e da Constituição, por meio desta petição, os signatários solicitam que a Comissão de Saúde da Assembleia da República discuta urgentemente a situação exposta, as suas causas e possíveis soluções. Com comunicação ao Ministro competente para eventual medida legislativa ou administrativa.»

Ribatejo: 
"Movimento de Cidadania apresenta petição na Assembleia da República sobre falta de médicos em Rio Maior"

Rádio Pernes:
"Petição sobre a falta de médicos no Centro de Saúde de Rio Maior entregue na Assembleia da Republica"

Rádio Cister:
"Petição sobre a falta de médicos no Centro de Saúde de Rio Maior"

Rede Regional:
"Falta de médicos motiva petição e abaixo-assinado" 

Mirante:
"Falta de médicos em Rio Maior chega ao Parlamento"

Notícias do Ribatejo:
"Projeto de Cidadania entregou petição à Assembleia da República sobre a falta de médicos em Rio Maior"

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Bloco de Esquerda questiona governo sobre falta de médicos em Rio Maior

Helena Pinto
A deputada Helena Pinto, do Bloco de Esquerda, apresentou na Assembleia da República uma pergunta ao governo sobre a falta de médicos no Centro de Saúde de Rio Maior:

«Desde 2005 que o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem alertando para o problema recorrente da falta de médicos no Centro de Saúde de Rio Maior.


Segundo a informação mais recente, atualmente há muitos dias em que não há médico de família ou sequer médico assistente na Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Rio Maior, que abarca 13.300 utentes - mais de metade da população do concelho.


Prevê-se que esta situação possa agravar-se ainda mais com a concretização de recentes pedidos de reforma de profissionais médicos do Centro de Saúde de Rio Maior.


Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio endereçar ao Governo, através do Ministério da Saúde, as seguintes perguntas:


1. Está o Ministério da Saúde consciente das dificuldades enfrentadas pela população utente da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados do Centro de Saúde de Rio Maior?


2. Face ao exposto, que medidas irá o Ministério da Saúde levar à prática, no sentido de, com celeridade, dar a resposta às necessidades da população?»

Portal Rio Maior:
"Bloco de Esquerda questiona governo sobre falta de médicos em Rio Maior"

Tinta Fresca:
"Bloco de Esquerda questiona governo sobre falta de médicos em Rio Maior"

Maior TV:
"Falta de médicos em Rio Maior"

Rede Regional:
"Bloco Esquerda pede esclarecimentos sobre falta de médicos"

Rádio Cister:
"Bloco de Esquerda questiona governo sobre falta de médicos em Rio Maior"

Notícias do Ribatejo:
"Rio Maior: Bloco de Esquerda questiona governo sobre falta de médicos"

domingo, 2 de junho de 2013

Revenda de lotes na Zona Industrial de Rio Maior por 300 mil euros, “quase 40 vezes” o valor inicial, por familiares de Presidente de Câmara

Projeto de Cidadania questiona:

«A Câmara Municipal de Rio Maior deliberou, na sua reunião de 16 de Setembro de 2011, não exercer o direito de preferência na transação dos lotes 393 e 394 da Zona Industrial de Rio Maior, permitindo assim que uma empresa pertencente a familiares da Sra. Presidente da Câmara pudesse revender os referidos lotes por 300 mil euros, uma quantia “quase 40 vezes superior” ao preço que pagou para os adquirir à Câmara.


Entretanto, o Movimento Projeto de Cidadania teve conhecimento do facto de a empresa em causa ser formalmente propriedade de dois sobrinhos da Sra. Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, filhos da irmã que a Sra. Presidente nomeou como secretária do gabinete de apoio pessoal de uma vereadora.»

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